Mostrando postagens com marcador Moleskine. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Moleskine. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Matheus e os contos das Mil e Uma Noites

Transcrito conforme ditado pelo prezadíssimo mestre Matheus L.  numa noite fria com os amigos em volta de uma fogueira que simulava o verão do inferno. Comendo marshmallows carbonizados e batatas a la carvão, saiu a seguinte narrativa.Encurtada, porque se emendou com muitos outros causos, e com partes omitidas, porque nem tudo na vida são coisas bonitas e apropriadas pro público daqui. Tentei reproduzir com fidelidade o que o Mestre das Histórias contou, mas né... ele é o Matheus das histórias.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

"Essa não, filha...

...Cê tá com cara de louca"- Mãe, minha.

Obs: A primeira foto foi arrancada 5 min antes da primeira fase da Unicamp 2013, porque sim, sou idiota a ponto de tirar 6 fotos 3x4 e simplesmente esquecer o porquê de ter ido tirá-las.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

I(m)(n)umda


I scream it to the nothingness

Rose Samuel (2012), por StellaBT - grafite e nanqui sobre cansom

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

Horsamarino



Transcrição:
" Todos levantem seus remos para o Horsamarino,Horsamarino,Horsamarino. O Horsamarino não teme as estações e enfrenta as correntes. Ele é corajoso, valente e sincero. Ele vive na natureza em paz e luta para que ela viva nele em paz também. Mas o Horsamarino não pensa.
O Horsamarino não pensa porque ele é bruto e instintivo. Ele é, sobretudo, um animal. Ele é um peixe que não regula sua temperatura e todos os dias tem que nadar atrás da comida que quiser comer. Há quem diga que não há melhor forma de ser livre do que nascer um Horsamarino.  Ele é simples e sua vivência se limita a alguns segundos no passado e alguns a diante. Contanto que sobreviva, ele terá consciência. O Horsamarino não sabe o que é o Amor, porque ele não precisa do Amor. O amor, para ele, é encontrar seu alimento quando sente fome e escapar quando ameaçado- porque isso mesmo é amor: algo pelo qual anseia-se como um anseia por ar quando sufocado. O Horsamarino , se tirado da água, terá seu amor nela novamente. Mas seu lugar é dentro da água, então aquele amor logo desaparece quando o Horsamarino é devolvido a quem pertence.
Já o homem, o homem não. O homem não sabe a quem pertence, de modo que constantemente se sente sufocar pela vida que leva. Sempre que pode, sonha com o Amor que nunca terá- antes de estar debaixo da terra. Porque , se o amor é paz, então o Amor só está na morte. Talvez, de fato, seja ela a quem o homem pertença: à morte."