Labels
segunda-feira, 24 de março de 2014
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Escamosas
Transcrição:
"Why do we have to love all the time? We can easily hate sometimes, like sometimes and not give a fuck sometimes only. These are all feelings, equally important feelings.
We should be able to love people whenever we wanted to. Like "I love you", and an hour later "Do you still love me?' "Guess not". Just as easy as "do you still hate me?" and "Guess not".
But the #1 human activity is fucking up whatever is simple in this world. Simplicity, somehow, hurts deeply humanity's ego. 'Cause we all believe truly [that] our own existance is really intricate.That's why we need God. To make us sure that we're some kind of really complex mecanism, for He was the one who made us.
But truth is: we're even simpler than the clay we are made of.
So it's all God's fault.
We can't see how simple loving someone can be because of God."
"Por que temos que amar o tempo todo? Podemos facilmente odiar de vez em quando, gostar de vez em quando e não dar a mínima de vez em quando. Estes são todos sentimentos, sentimentos igualmente importantes.
Nós deveríamos ser capazes de amar as pessoas quando quiséssemos. Como "Eu te amo" e, uma hora depois,"Você ainda me ama?" "Acho que não". Tão fácil quanto "Você ainda me odeia?" e "Acho que não".
Mas a atividade nº1 da humanidade é foder com tudo o que for simples nesse mundo. Simplicidade, de alguma forma, machuca profundamente o ego da humanidade. Porque todos nós acreditamos cegamente que nossa própria existência é realmente intrincada. É por isso que precisamos de Deus. Para nos assegurar de que somos algum tipo de mecanismo realmente complexo, pois foi Ele quem nos fez.
Mas a verdade é: nós somos ainda mais simples que o barro de que somos feitos.
Então é tudo culpa de Deus.
Não conseguimos ver quão fácil amar alguém pode ser por causa de Deus."
terça-feira, 24 de julho de 2012
Horsamarino
" Todos levantem seus remos para o Horsamarino,Horsamarino,Horsamarino. O Horsamarino não teme as estações e enfrenta as correntes. Ele é corajoso, valente e sincero. Ele vive na natureza em paz e luta para que ela viva nele em paz também. Mas o Horsamarino não pensa.
O Horsamarino não pensa porque ele é bruto e instintivo. Ele é, sobretudo, um animal. Ele é um peixe que não regula sua temperatura e todos os dias tem que nadar atrás da comida que quiser comer. Há quem diga que não há melhor forma de ser livre do que nascer um Horsamarino. Ele é simples e sua vivência se limita a alguns segundos no passado e alguns a diante. Contanto que sobreviva, ele terá consciência. O Horsamarino não sabe o que é o Amor, porque ele não precisa do Amor. O amor, para ele, é encontrar seu alimento quando sente fome e escapar quando ameaçado- porque isso mesmo é amor: algo pelo qual anseia-se como um anseia por ar quando sufocado. O Horsamarino , se tirado da água, terá seu amor nela novamente. Mas seu lugar é dentro da água, então aquele amor logo desaparece quando o Horsamarino é devolvido a quem pertence.
Já o homem, o homem não. O homem não sabe a quem pertence, de modo que constantemente se sente sufocar pela vida que leva. Sempre que pode, sonha com o Amor que nunca terá- antes de estar debaixo da terra. Porque , se o amor é paz, então o Amor só está na morte. Talvez, de fato, seja ela a quem o homem pertença: à morte."
terça-feira, 22 de maio de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Mamãe foi comprar dinheiro
Vou fingir que alguém se importa e explicar o título dessa postagem: eu devia ter uns 4 ou 5 anos, meu pai me perguntou onde minha mãe estava e essa foi a minha resposta. "Ela saiu pra comprar dinheiro".
(Essa é a hora em que você finge que se importa. Sou sensível.)
Ps: Vale a pena dar um zoom na imagem, juro pra você.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Tigretempo
terça-feira, 6 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Balanço semanal 02
terça-feira, 17 de maio de 2011
Ode aos 1,75m
Acho que a vida perde um pouco de seu lirismo quando uma mulher percebe que ninguém nunca poderia escrever-lhe uma música. Isso foi o que acabei de perceber.
Se o leitor quiser averiguar, sinta-se em casa. Vai perceber que "little girl" , "cute face", "pequena" e "baby girl" são algumas dos zilhões de formas usadas para referir-se às musas em questão. Tudo muito fofo, muito lindo, muito apropriado. Agora, se alguém fosse escrever uma música sobre mim , provavelmente usaria termos como " gigantic girl" , "monstruous face" , "varapau" e "big foot" . Brincadeiras à parte, creio que nenhum homem em sã consciência escreveria uma música pra uma mulher desse tipo. Não que as grandonas não sejam apreciadas, acredito que sejam, mas talvez nossa variedade não inspire muito a poesia nos músicos por aí. Resta resignar-se ou esperar um novo CD da Ana Carolina. Eu não me incomodaria, de maneira alguma. Até que ia ficar engraçado.
[...]Grandona minha
Vou pegar na sua mão de caminhoneiro
E amar você o dia inteiro
Giganta minha
Vou seguir os seus passos 39/40
Até o fim da linha[...]
Nota: Após reler o texto acima, essa foi a impressão que ficou:
Devo ressaltar, então, que pouco me importam meus 1,75m, tenho namorado [edit: tive namorado] e calço 37.
Sem mais.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Clamco
Acho que deveria existir um clube de pessoas que não se conhecem profundamente mas se amam. Só pra que todo mundo pudesse mostrar que se importa sem esperar muito uma resposta e nem ter que depender do outro. Teria que mostrar o afeto, e pronto.
Talvez seja isso que complica as relações interpessoais : a importância. Se ninguém importasse muito, mas ao mesmo tempo significasse alguma coisa, não seria necessário levar em conta aquela palavra , aquele gesto, aquele tom. Pra falar a verdade, isso pouco importaria. Só entraria na jogada o que vem de você.
No dia em que for bem rica e famosa, e todo mundo acreditar em mim, vou criar um clube desses. Só tem que tomar cuidado pra nenhum engraçadinho achar que é clube de swing. "Clube do Amor Compartilhado" . Altamente sugestivo.
Tem cara de sede, não?
Falando nisso, acho que sede (de sediar) deveria ter acento diferencial pra não confundir com sede (de ter sede). Daria a alma por um copo de água, mas morro de medo de descer pra cozinha à noite e dar de cara com um monstro. True story.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Dezessete, dezessete
Hoje é o último dia.
Na maioria dos casos, nunca sabemos qual vai ser o último dia. O último abraço, a última cena, a última resposta, a última fatia e, depois, acabamos nos lamentando por isso- Se eu ao menos soubesse! - , sem perceber que o saber é o que estraga tudo.
Hoje, dezesseis de Fevereiro de dois mil e onze, é meu último dia. Amanhã acordarei com um novo propósito.Amanhã será o primeiro degrau de uma infinita escadaria descendente . Amanhã eu não vou acordar.
Aliás, nunca pude entender qual é a dos propósitos. Quando se tem um, tudo se mostra mais interessante e mais fácil do que seu objetivo, que parece enevoado e distante- assim como o dia de amanhã me parece desde tempos imemoriais. Quando não se tem um propósito, porém- ou melhor, quando não se reconhece que há um propósito-, aquilo que se quer não parece inalcançável; simplesmente não aparece. E isso, por incrível que pareça, faz tudo ficar mais sereno. Não há cobrança, expectativas ou metas. Você apenas existe.
Acredito que isso seja o que mais preciso agora: esquecer das metas, cobranças e ideais. Vou fingir que não é nada. Vou fingir que não passa de um sonho. Amanhã vai ser um dia como qualquer outro. Aliás, amanhã nem vai ser um dia. Amanhã vai ser outra coisa, um misto de Rimbaud com sorvete de limão e banho de lama. Muito me importa o que vai ser de amanhã, mas, como de praxe, vou fingir que nem ligo.
Foda-se.
Amanhã é meu aniversário, e quem liga?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
E eu fiquei
Querendo ou não, tudo são as escolhas que se faz. Não há maneira alguma de anular as perdas. Toda escolha é uma rejeição, todo sim é também um não e todo dia, ao acordar, você é responsabilizado por tudo aquilo que vai ou não te acontecer. É o preço que se paga.
O intrigante é : por que diabos eu tenho de pagar uma dívida que nunca contraí? Descartando a metafísica, a Igreja e o raio que parta, em momento algum me lembro de ter pedido para nascer.
Não quero dizer que não aprecio essa vida e que não a valorizo; estou aqui, devo continuar até que as circunstâncias me impeçam disso. Mas não há como deixar de pensar que viver é, sim, um gasto inútil de energia: nasce-se, cresce-se, estuda-se, chora-se, ama-se, fere-se, ri-se, acasala-se, sente-se, morre-se. No final, tudo volta para o Zero. É um intervalo grande, mas um deslocamento pequeno. Uma mínima força que gera o máximo progresso, a maior mudança, o mais alto lucro, é uma força bem empregada. A vida não traz progresso, e o mais próximo que se chega disso é contribuir para a melhoria da humanidade.
Está aí uma dos conceitos mais curiosos da mente humana: a notoriedade. Só parecem ativos contribuintes para a história da humanidade aqueles cujos nomes estão nas apostilas de história e nas placas das ruas. Se dentre um bilhão, apenas um se destaca, então por que nasceram tantos outros? Tentativa e erro?
O individualismo me apraz? Não incomoda, e tampouco agrada. É uma condição da contemporaneidade, não há como lutar contra ele- e nem valeria a pena. Um não faz qualquer diferença para o todo, e o todo, por conciliar interesses de muitos e demorar a provocar mudança, também não faz diferença alguma para o um. Se estou incomodado, quero mudança, mas deve ser agora. Se for demorar, não. Não quero mais a mudança. O incômodo morrerá junto a mim. O altruísta tampouco se preocupa realmente com o todo; se o fizesse, jamais morreria, para não abandonar uma responsabilidade. Essa é uma dívida conscientemente contraída. A de viver não é. Logo, posso morrer se dar a mínima à humanidade, e assim justifico meu individualismo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Dezesseis, dezessete
17.02.2010 , 3h16min
Se começar, certamente continuo. Por pouco não digo que não há como parar quando já se começou. Se bem que, agora que coloquei no papel essa idéia de alguns segundos atrás percebi que discordo do eu que se manifestou mais recentemente. É claro que nunca se para, uma vez que se começa.
E quando paro de pensar, depois que penso
E penso à beça
Vejo que não há como parar,
Uma vez que se começa.
De fato, uma vez que se começa, nunca se para. O que pode haver é um hiato, uma pausa , mas nunca um término definitivo. Mas, se for assim, não estou começando, estou retomando . É isso, retomando.
Mas, então, quando se retoma, o que acontece?
No começo, tudo é mais brando. "Vá com calma, ela só está começando" soa bem, e pode até convencer um homem de meia-idade cuja esposa ficou flácida depois que nasceu o segundo filho a assediar menos a stripper oxigenada que dança no poste à sua frente. Ou não. Strippers servem para serem assediadas.
E eu? Não gosto de me comparar a uma stripper. O mais perto que já cheguei foi uma vez que, no metrô, perdi o equilíbrio e escorreguei pelo mastro. O peão suado atrás de mim quis colocar uma nota do meu bolso, mas eu não deixei.
"Que calor horrível! Ainda bem que não sou uma vela!" . Não tem muito o que se comentar sobre uma fala dessas. Existem frases que realmente deixam qualquer um sem palavras. Essa é uma delas. Acho que a pessoa que a escreveu viu sucesso garantido. Pessoas engraçadas são sempre mais bem recebidas, e não há jeito mais fácil de ser engraçado que apresentar conclusões originais e fora do comum no meio de frases rotineiras, tudo salpicado com a maior naturalidade. "Que calor horrível!" todos dizem. "Ainda bem que não sou uma vela!" ninguém diz.
"Numa intensa tarde de verão, M. comentou consigo mesma:
- Nossa, está muito quente...estou derretendo.
Tomou um largo e demorado gole de chá gelado do copo suado e frio que por pouco não escorregou de suas mãos delicadas. Logo mais, como se a refrescante bebida que descera pela garganta tivesse, de alguma forma, clareado seu pensamento ao mesmo tempo que refrescado o corpo, refletiu:
- Se eu fosse uma vela, que é feita de cera e derrete com o calor, seria muito, muito pior"
Não gosto de baratas. Elas se movem de um jeito estranho, e irritam só por existirem. E quando resolvem ficar batendo na parede, então? Que coisa ridícula, arranjem o que fazer! Com tantos males no mundo, tanto lixo pra ser decomposto, você ficam aí, feito baratas tontas, andando em círculos e lambendo migalhas? Há um mundo de possibilidades lá fora, pensem grande!
O pior é agora, no verão, que a mães baratas estão tendo filhotes. Se você ver uma barata bem gorda, andando vagarosa ou em trajetória confusa, pode ter certeza que está grávida ou dando a luz. Agora há pouco houve um genocídio debaixo da minha mesa. Peguei um chinelo e táu, dei um certeiro numa marronzinha que estava passeando pelas minhas coisas. Quando fui ver, que coisa horrível...ela estava esperando 94 filhotinhos. Tentei salvá-los, mas eram muito prematuros, e eu não tinha nem uma caixa sequer de leite de barata em casa. Teria feito um minuto de silêncio se aquela maldita janelinha do MSN não estivesse piscando.
Fiquei profundamente abalada. Sinto a presença dos 94 espiritinhos a maior parte do tempo. Parece que estão no meu rosto, subindo pelas minhas pernas. Nesse escuro não dá pra ver o que é que faz cócegas, então eu dou uns tapas e cruzo as pernas na cadeira. Que nojo.
O que é a força do pensamento! Estava eu, quieta, na cama, assistindo a um filme quando senti minha perna coçar um pouco. Passei a mão, nada de mais. Coçou de novo, cocei de novo. Na terceira vez que fui coçar, senti uma coisa estranha. Dei um tapa e ouvi um tec, como se algo tivesse caído no chão. Fui olhar e o que foi que vi? UMA BARATA ! Estou quase certa de que foi o marido da barata que matei, e pai dos filhotes que impedi de chegarem a esse mundo. Ele quer vingança.Nunca mais vou usar a mão esquerda. Empurrar a barata pra fora da minha cama foi a última tarefa que esse membro infecto realizou. Não tenho mais mão esquerda.Esse filme que vi é muito, muito desconcertante. Acabou e eu me senti como se estivesse faltando o filme. Eles se conheceram no hospital, ela é diferente, ele é problemático, 4 personagens principais, cada um com seu drama. Ele passou a vida dormente. O amigo é um vagabundo eu só fuma maconha . O outro ficou rico e vive disso. O pai tem problemas com o filho e ficou viúvo. Ela não tem problemas. Ele foi embora e a deixou chorando na escada. Voltou quando ela chorava na cabine telefônica, disse que a amava e acabou. Quatro dias antes o filme começava com a morte da mãe e a exposição de uma vida sem graça e cheia de remédios de um cara de 26 anos. Quatro dias depois o filme acabava com a resolução dos problemas do moço, total tomada da liderança na vida e uma promessa de futuro promissor com a moça. Isso tudo sem clichês. É um bom filme, mas me fez chorar. Gosto dele. Me faz sentir conforto. Acho que esse é o verdadeiro ponto de gostar de alguém. Não vale a pena se desesperar, perder a linha e enlouquecer num amor impossível. Eu gosto dele e estou bem, plena, feliz. Fui coçar meu nariz e usei a mão esquerda. E agora? Tenho muito, muito sono. Já são quatro da manhã do meu aniversário Hoje é quarta-feira de cinzas, meu aniversário Não parece meu aniversário, eu ainda não dormi, não pode ser meu aniversário Vou dormir e acordar com um ano a mais.
- Vou dormir agora, mas não vai adiantar nada. É como se eu nunca dormisse de verdade. Um dia eu acordei, então nunca mais vou deixar de estar acordado.
Vejo que não há como parar,
Uma vez que se começa.
domingo, 22 de agosto de 2010
Mosquitos
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Nacionalista
terça-feira, 22 de junho de 2010
Faz tempo
Muitas vezes subo em um lugar realmente alto, uma sacada, uma cobertura, uma escada... e tenho uma quase incontrolável vontade de pular. Não, não sou suicida e nem acho que posso voar. Tenho plena consciência de que isso é ridículo e seria muito prejudicial. E é por isso mesmo que me dá vontade de pular.
O mesmo acontece com coisas que não posso dizer de jeito nenhum. Sabe quando você tem um segredo enorme e tem tanta vontade de falar que acaba vomitando tudo? Ou mesmo quando o segredo nem é tão grande assim, mas só o fato de ninguém além de você saber faz tudo ficar muito mais interessante? É isso, é exatamente isso. Síndrome dos Lugares Altos.
Tem coisas em que não podemos pensar de jeito algum, porque temos absoluta certeza de que vão trazer outros pensamentos ruins e causar uma confusão mental daquelas, e é por isso mesmo que pensamos. E a caca é o que vem depois. SLA.
Bom, era só isso o que eu queria dizer. Gostaria de poder expor minha teoria ao mundo de uma forma mais eloquente e poética, mas ando estudando muita Física e estou muito racional e resfriada para lidar com as palavras. Esse post foi mais pra espantar essas aranhas daqui do blog.
Ces't fini.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O verbo desacreditar
De fato, não sabê-lo é, por vezes, frustrante de mais, mas saber também não é o oposto diametral disso.
Fomos feitos para criar e reconhecer padrões. Analisamos, calculamos e tabelamos, mentalmente, toda e qualquer coisa observada no dia-a-dia e , por fim, chegamos a conclusões, regras e fórmulas. Você pode dizer que oh, assim perde-se a graça da vida, que o importante é viver o momento. Não há como evitar, infelizmente. São essas induções nossas de todo dia que nos permitem fechar os olhos para um sono tranquilo à noite. São certezas que, até quando visivelmente incertas, servem de conforto e de segurança para o passo adiante.
O problema está quando você descobre padrões de mais. A vida fica manjada. Sim, sim tem-se ainda muito o que descobrir sobre ela. Mas é uma coisa horrível essa de sentir que não há mais esperança, não é? De saber, muito antes de começar, que aquilo não vai dar certo. De saber que não vão te ouvir se você tentar dizer, e de saber direitinho como vão reagir. De chegar na sexta-feira e ter um imagem nítida e colorida do seu sábado e domingo.
Podem discordar de mim e alegar que essa é uma visão pessimista. Pode até ser que seja, mas quem se importa? Eu sei, muito bem, que esse é só mais um texto que você está lendo na internet, e do qual vai se esquecer rapidinho. Então pra que gastar minhas energias com isso?











