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sábado, 9 de novembro de 2013
The Método
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Mamãe foi comprar dinheiro
Vou fingir que alguém se importa e explicar o título dessa postagem: eu devia ter uns 4 ou 5 anos, meu pai me perguntou onde minha mãe estava e essa foi a minha resposta. "Ela saiu pra comprar dinheiro".
(Essa é a hora em que você finge que se importa. Sou sensível.)
Ps: Vale a pena dar um zoom na imagem, juro pra você.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Balanço semanal 02
quarta-feira, 4 de maio de 2011
The potential school shooter's hoedown
Há alguns dias em que o mundo merece uma hoedown bem ofensiva. Estilo hoje. Então lá vai.
I don't really care if you'll talk to me or not
But please don't give me stinky eyes
like I'm the new kid on the block
It doesn't really matter, I've got better things to do
Like lock up in my room and paint a moustache on a pic of you.
(tararan tan tantan tantan tararantan tantan tantan)
It doesn't really matter if you'll invite me to your house
I'd rather stay home this friday and watch a brand new Dr. House (lousy rime, I know)
talking about that same show, do you know what I would do?
If I had a cane like that one, I would split your heads in two!
(tararan tan tantan tantan tararantan tantan tantan)
I'm feeling kinda stupid and it's getting rather late
but before I say goodbye I have one more thing to state
It won't matter much to me if it all comes back to what it was
'Cause it's always been the same old shit , so don't bother'make no fuss!
(tararan tan tantan tantan TAN TAAAAN)
quarta-feira, 9 de março de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Dezessete, dezessete
Hoje é o último dia.
Na maioria dos casos, nunca sabemos qual vai ser o último dia. O último abraço, a última cena, a última resposta, a última fatia e, depois, acabamos nos lamentando por isso- Se eu ao menos soubesse! - , sem perceber que o saber é o que estraga tudo.
Hoje, dezesseis de Fevereiro de dois mil e onze, é meu último dia. Amanhã acordarei com um novo propósito.Amanhã será o primeiro degrau de uma infinita escadaria descendente . Amanhã eu não vou acordar.
Aliás, nunca pude entender qual é a dos propósitos. Quando se tem um, tudo se mostra mais interessante e mais fácil do que seu objetivo, que parece enevoado e distante- assim como o dia de amanhã me parece desde tempos imemoriais. Quando não se tem um propósito, porém- ou melhor, quando não se reconhece que há um propósito-, aquilo que se quer não parece inalcançável; simplesmente não aparece. E isso, por incrível que pareça, faz tudo ficar mais sereno. Não há cobrança, expectativas ou metas. Você apenas existe.
Acredito que isso seja o que mais preciso agora: esquecer das metas, cobranças e ideais. Vou fingir que não é nada. Vou fingir que não passa de um sonho. Amanhã vai ser um dia como qualquer outro. Aliás, amanhã nem vai ser um dia. Amanhã vai ser outra coisa, um misto de Rimbaud com sorvete de limão e banho de lama. Muito me importa o que vai ser de amanhã, mas, como de praxe, vou fingir que nem ligo.
Foda-se.
Amanhã é meu aniversário, e quem liga?
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Dessa vez foi só o teto
Justamente porque amo Janeiro não quero que demore menos que doze meses para chegar o próximo.
O cheiro da tinta fresca é só mais uma certeza de que tudo vai mudar, e que eu não posso nem imaginar o que está por vir. Parece que ele vai estar aqui a qualquer momento. Vai me ligar. Eu vou, como da primeira vez, dizer sim a tudo. Sim com os olhos, sim com as mãos, sim com a boca e um tímido não com a cabeça- mas incapaz de enviar qualquer impulso pela linha do telefone. Pouco importou. Hoje eu agradeço pelos sins que disse ou deixei de dizer. Você que me conhece sabe que não sou forte e que quase nunca sei o que quero. Salvo, é claro, quando é Janeiro. Em Janeiro, sim, eu sei o que quero. Rm Janeiro eu vou atrás. Hoje é segunda feira, três de Janeiro.
Segunda-feira. Três. Janeiro. Acho que tenho tudo o que preciso pra continuar- pelo menos por hoje.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O verbo desacreditar
De fato, não sabê-lo é, por vezes, frustrante de mais, mas saber também não é o oposto diametral disso.
Fomos feitos para criar e reconhecer padrões. Analisamos, calculamos e tabelamos, mentalmente, toda e qualquer coisa observada no dia-a-dia e , por fim, chegamos a conclusões, regras e fórmulas. Você pode dizer que oh, assim perde-se a graça da vida, que o importante é viver o momento. Não há como evitar, infelizmente. São essas induções nossas de todo dia que nos permitem fechar os olhos para um sono tranquilo à noite. São certezas que, até quando visivelmente incertas, servem de conforto e de segurança para o passo adiante.
O problema está quando você descobre padrões de mais. A vida fica manjada. Sim, sim tem-se ainda muito o que descobrir sobre ela. Mas é uma coisa horrível essa de sentir que não há mais esperança, não é? De saber, muito antes de começar, que aquilo não vai dar certo. De saber que não vão te ouvir se você tentar dizer, e de saber direitinho como vão reagir. De chegar na sexta-feira e ter um imagem nítida e colorida do seu sábado e domingo.
Podem discordar de mim e alegar que essa é uma visão pessimista. Pode até ser que seja, mas quem se importa? Eu sei, muito bem, que esse é só mais um texto que você está lendo na internet, e do qual vai se esquecer rapidinho. Então pra que gastar minhas energias com isso?
domingo, 7 de março de 2010
Todos eles escolhem um dia
Parece um filme passando, de novo e de novo, só queria dizer que te amo.
Porque eu te amo, fingi que não ouvi, só queria dizer que te amo.
E de novo só queria dizer que te amo, nunca disse isso de verdade, só queria dizer que te amo.
Só queria dizer que te amo,
só queria dizer que te amo,
só queria dizer que te amo,
só queria dizer que te amo,
só queria dizer que te amo,
só queria dizer que te amo
Mas é melhor você esquecer.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O castelo da bela Adormecida depois que todo o reino dormiu
Sem problemas não existem soluções, e quando o mundo está cinza a mente faz de tudo pra desenhar no mínimo uma linha colorida no céu nublado. A gente precisa dessa cor pra viver, não importa como seja ela, e é por isso que eu escrevo tanto quando não estou sentindo nada. Quando triste, já tenho minha cor: ela pálida, pontiaguda, úmida e fria. Não preciso de mais nada pra viver quando estou triste.
Também é a mesma coisa quando me sinto feliz; é claro que a felicidade tem cores de sobra pra me colorir . O sentimento acomoda. É a falta dele que me faz querer criar alguma coisa pra sentir, seja nesse blog, no papel, na parede ou nos móveis da casa.
Eu trocaria a fácil criação literária e palavras na mão pela satisfação, vida social e relacionamento amoroso (ui) saudável que tenho hoje, se isso fosse preciso.Gosto muito de quem sou e do que faço, mas prefiro me sentir de bem com a vida e me realizar do que ficar sem perspectiva, reclamando e escrevendo num blog.
Enfim, meu ponto é: não tô nem aí pra cobrança dos leitores. Que queimem no inferno, beijos.Estou bem, mudei muito, estou mudando, vou mudar. Cresci, e isso é, em partes, bem chato. Mas eu vou continuar filosofando sobre coisas estúpidas e desenhando surrealismos e dedos decepados. Um beijo.
sábado, 28 de novembro de 2009
Balanço Semanal
Provas feitas: 9
Horas totais de estudo: 0,2 h
Desmaios: 1
Internações hospitalares: 1
Comprimidos tomados: 12
horas de inalação diárias: 2h
Crises de choro e desespero seguidas de apelos metafísicos e sono pesado: 3
Uni-duni-tês: 1 , em geografia
Band-aids usados: 3
Médicos: 2 e 3 enfermeiros
Dedos calejados: 4
Febre às 5 a.m: 3
Acabar despertando por agentes externos: 6 vezes
Desmaios: 1
Mensages de texto desconexas às 23:30 vindas de quem achei que nunca mais me procuraria : 1
Crises de asma: 1
Viroses provavelmente contraídas em aeroportos: 1
Inscrições para concursos culturais: 1
Participações em concursos culturais: 0
Esperanças : 0
Planos para as férias: 0
Seriados assistidos: 1
Postagens no blog abandonado: 0
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Seríamos eu e o Prestes...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sensação de lastro
Minha ilusão foi pensar que um outro plano implicaria na criação de uma nova situação, sem perceber que estaria mudando só o cenário e não a situação.
Silêncio. Desconforto.Dúvida. Riso baixo. Não sei dizer se foi legal ou não, mas não me sinto nada bem. É um lagarto preto, áspero e com garras pontiagudas grudado no meu pescoço, entre o umbigo e o queixo.
O pior é que não lembro de muita coisa, tudo tão rápido e confuso que não saberia contar se alguém me perguntasse- mas mesmo assim isso tudo ficou na cabeça o dia todo, martelando, assoprando,flutuando, agarrado em mim, um lagarto preto enorme. Pior ainda é que já senti isso antes, e não gosto de saber que pode estar acontecendo a mesma coisa.
Tenho dificuldade em fazer contato visual, e leva tempo até que eu possa olhar nos olhos de outra pessoa por muito tempo sem me importar com isso, mas nesse caso consegui olhar por algum tempo, pelo menos até achar que já estava ficando esquisito. Geralmente acontece o mesmo com o contato físico; não é que não goste que me toquem, só não sei o que fazer na hora. Por isso quase nunca toco nas pessoas sem me importar com isso, mas nesse caso foi necessário. Parecia que eu de repente precisava tocar e...Ah, desisto de tentar descrever. Não me lembro de muita coisa, não me sinto nada bem e preciso dormir.
Se amanhã fosse segunda feira , teria certeza que acordaria alegre e energética, como se nada tivesse acontecido. Mas ontem foi segunda, amanhã é quarta, depois é quinta e depois sexta. Não quero acordar na quarta, não quero acordar na quinta ou na sexta. Hoje parece domingo, seja pelo tempo maldito ou pelo mote de minhas preocupações . Se hoje parece domingo, amanhã vai parcer segunda. Não quero acordar na quarta, quero acordar na segunda.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Então é isso
domingo, 30 de agosto de 2009
Imobiliária Hollywood
Ia ser no sul dos Estados Unidos, em uma cidadezinha esquecida e empoeirada. Eu teria uma avó morando perto, um quintal grande e um esconderijo. Um mundo todo criado pra mim, muito aconchegante e com trilha sonora.
Minha personalidade estaria no script, meu cabelo sempre estaria legal e daria pra ver onde meu romance ia dar. Até meus problemas seriam perfeitos.
Seria tudo definido, e não muito cult francês. Não quero cinza, silêncio, palidez.
Também podia ser na floresta do Cão e a Raposa, com todos os bichos bonitos e a água que não parece ser molhada. Podia ser na casa de campo do Desejo & Reparação, aqueles jardins bonitos e papel de parede.
Mas o pior é que não pode. Vou ficando aqui em Arujá com meus fios rebeldes, minha crise existencial e minhas dúvidas que plantão nenhum pode sanar. Quem sabe isso um dia vire filme e alguém queira morar aqui ?
sábado, 29 de agosto de 2009
É provável que não
O pior não foi ter acertado 0,15% da prova , ter perdido a minha preciosa tarde depois da aula ou arrancar mais um pedacinho da minha autoestima. O pior foi ver o quanto eu odeio tudo isso que, de verdade, não é nada.
Odeio essa reputação. Odeio correr e não sair do lugar. Odeio ver que , por mais que eu faça de tudo pra ser " a melhor" , tudo continua a mesma caca de sempre. E é só eu atrair um olhar meio torto, uma palavrinha diferente pra me achar um lixo denovo.
Pouca gente, 20 questões, coisas simples, calmaria. Eu podia . Podia mas não pude. Desperdício total.
Tem gente que sai do zero e vai pro 50, mas quase ninguém dá crédito porque 50 é a média. Ninguém analisa o histórico e dá tapinhas nas costas.
Mas tem gente que começa no 60 e , naturalmente, vai pro 80 ou pro 90 . Grande bosta, mas todo mundo venera. "Oh, veja só, 90!" e daqui a pouco é uma turba extasiada gritando "GÊNIO GÊNIO GÊNIO!". O que ninguém vê é que de 60 pra 90 são só 30 , e se tivesse começado do zero seria um retardado. Eles gritam o nome de um, depois o de outro e assim vão consumindo tudo como aqueles gafanhotos das sete pragas do Egito.
Odeio lidar com a ignorância dos outros, e é ignorância da minha parte pensar assim. Mas eu sou produto da sociedade , assim com eles, e a sociedade, por sua vez, é nosso produto. Um câncer.
Queria muito ter um escudo, uma burka e um livro do destino. Enquanto não arranjo tudo,a solução é dormir e ver se amanhã o Sol brilha mais forte.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
desuniforme
Os outros são nada, ou melhor, são o que achamos deles. Nós somos nada, as situações são nada, e o pior de tudo é que não parece. Se você cair no chão vai doer, mesmo que o chão nunca tenha te tocado.
E é por isso que sempre tem um buraco aberto na gente. Não adianta tapá-lo com amigos, namorado, mãe, pai, cachorro, dinheiro, amor, compras, comida; isso tudo sempre será um corpo estranho e quando você achar que está inteiro vai ver que o buraco continua lá.
E qual é o jeito ? Remodelar-se, oras.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Partilha
enquanto parte de mim não acredita que isso possa ser.
Parte de mim mal te conhece
enquanto parte de mim anda junto de você.
Parte de mim te idealizou tempos atrás
enquanto parte de mim não sabe como foi acontecer.
Parte de mim já cansou desse plano
enquanto parte de mim morre pra ler uma palavra sua.
Parte de mim te quer de volta
Enquanto parte de mim não quer.
Mas então volta!
Porque parte de mim uma coisa sem volta
e logo volta uma dor sem fim.
Então volta, volta pra mim...
Porque se é pra ser assim,
No fim não vai sobrar parte alguma de mim
e você...
é a melhor parte de mim.



